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A ler #3

por BeatrizCM, em 02.02.14

 

Já todo o mundo adolescente e não adolescente tinha lido este livro, The Fault in Our Stars (em português, A Culpa é das Estrelas), e eu ainda não. Proporcionou-se a oportunidade depois de adquirir a tablete, pois a única versão a que tinha acesso era em livro digital - e eu detesto ler no computador!

Todos os dias tenho lido um bocado, comecei na quinta-feira, e só estou a demorar mais tempo porque não tenho tido mais disponibilidade. Já vou quase no final e está a ser emocionante. Hoje devo acabá-lo, sem dúvida.

É um daqueles livros que pensamos que vai ser uma coisa e, afinal, é outra. Digo isto porque há muito tempo que não leio nada de lamechas, porque deixei de gostar de histórias lamechas, em geral. Talvez porque a minha vida se tornou imensamente lamechas, a ficção lamechas tem-me desapontado, por eu agora saber que a lamechice é bem melhor na realidade. Porém, de vez em quando, há que conhecer outros tipos de lamechice, outro tipo de enredos foleiros que encerram mensagens preciosas e nos mostram outra perspectiva do mundo, aquela que o autor quer legar-nos. Entendem?

Felizmente, nunca conheci ninguém com cancro e muito menos estive perto de saber o que é ser-se doente oncológico ou ser-se próximo de um. Felizmente, felizmente, FELIZMENTE! Acho que sou inacreditavelmente abençoada por isso. Deve ser uma sensação terrível, estar-se perto de uma "granada" ou ser-se uma. Ter-se uma vida pela frente e, um dia, descobrir-se a violenta efemeridade da existência. Ninguém o deveria desejar a ninguém, nem ao seu mais temível inimigo.

Mas, desenganem-se, este não é um livro sobre cancro. O que ele tem de mais valioso é ser acerca de adolescentes com cancro, mas que aspiram a muito mais do que a ser apenas mais uns adolescentes com cancro. E, acima de tudo, é sobre o amor.

 

Assim, vale a pena lê-lo.

 

 

Ainda não chorei uma única vez, mas tenho ficado algo impressionada nalgumas partes, enquanto outras já me fizeram rir bastante.

 

***

 

ADENDA: lembrei-me de que conheci uma pessoa, já adulta, com cancro, mas não contactei com ela enquanto esteve doente, é verdade.

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