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Já li! #4

por BeatrizCM, em 22.02.14

 

E eis que acabei de ler a Ilíada... FINALMENTE! Ainda hoje terei de partir para a Odisseia, mas, por agora, aqui vos deixo a minha opinião acerca do primeiro livro da cultura ocidental, transcrito directamente a partir de não sei quantos séculos da tradição oral (vou ter de saber quantos foram ao certo, mas de momento não me recordo)! Deste modo, o seu suposto autor - Homero - tanto poderá ter existido como não, o que sempre foi, continua e continuará a ser um mistério.

 

Nota: li este livro no âmbito da cadeira de Cultura Clássica e tive de o fazer em apenas uma semana, o que não me permitiu apreciá-lo devidamente - ou assim me pareceu. 


Devido às grandes diferenças entre o grego antigo e o português, nota-se que a perda de qualidade no decorrer da tradução deverá ser enorme. Também não sei bem como avaliar esta obra enquanto produto escrito, uma vez que a sua função original era de cariz oral, tendo sido um poema épico declamado de cor e existindo imensas marcas disso ao longo do texto. Por isso, enquanto produto literário, não o apreciei sobremaneira, apesar de saber que enriqueceu o meu conhecimento acerca da mitologia e da cultura europeia. Em geral, não me importei nada de o ler, mas tinha expectativas mais elevadas.

 

Odisseia, here we go!

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Já li! #2

por BeatrizCM, em 29.01.14

 

Fui aconselhada pela Carolina a ler este livro, Imagine - De onde vem a criatividade, que ela garantiu ser uma leitura suficientemente fácil para me distrair, mas também suficientemente educativa para não me sentir perder tempo em algo inútil. Pelos vistos, acertou, porque é assim que também o classifico. Não é uma leitura particularmente sintética, mas conseguimos encontrar sempre o fio à meada quando a retomamos. Não é um livro científico enfadonho, com imensas referências a temas que os leigos na matéria da neurociência não entendem, e entretem-nos com estatísticas, entrevistas e relatos de casos reais para melhor entendermos o assunto. É impossível não procedermos de imediato a uma auto-análise, quando lemos acerca dos estudos científicos mencionados e respectivos resultados. Como podemos ser mais criativos? Será que as dicas do autor e dos entrevistados resultam? A mim, parece-me que sim, e que aprendemos muito sobre nós próprios, o nosso potencial criativo e a influência do meio que nos rodeia com este "Imagine".

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Já li! #1

por BeatrizCM, em 10.01.14

 

Título: Será que as mulheres ainda acreditam em príncipes encantados?

Autor: Rodrigo Moita de Deus

Ano: 2001

 

   Este livro deixou-me dividida, pendendo mais para o lado mau do que para o bom, infelizmente. Quando lhe peguei pela primeira vez, pensei que íamos tornar-nos muito amigos. Apesar de eu saber que este não seria, decerto, o próximo candidato ao Nobel, nunca achei que me viesse a desiludir tanto. Enganei-me.
   As primeiras páginas e, até, os primeitos capítulos foram bastante agradáveis e fizeram-me rir agarrada à barriga. Nessa fase de enamoramento, deleitei-me com um sarcasmo um tanto ou quanto tonto, cheio de despretensão e boas vibrações da parte do autor.
   O pior aconteceu algures a meio da leitura, quando esse autor jovial e divertido se tornou num homem arrogante e presunçoso, cheio de manhas e tiques de tiozoco novo-rico dali de Cascais, 'tão a ver, q'ridos? Nem sequer cheguei a perceber qual a sua opinião acerca das mulheres - se são umas grandes cabras ou se são todas a nova reencarnação da virgem Maria (sem a parte da virgem, vá).
   Em geral, o livro é muito confuso. O autor propõe-se a falar sobre as mulheres, não só no título como também através da introdução, mas, volta e meia, põe-se a divagar sobre o ser humano e sobre as manias dos homens, e como seduzir num encontro, entre outros conselhos que não se entende a quem são dirigidos, se ao sexo masculino, se ao feminino, nem qual o contexto em que deveremos colocá-los dentro do livro. Alguns temas chegam a ser tratados mais do que uma vez, expondo as mesmíssimas ideias discutidas vinte páginas atrás, com as mesmas piadas e as mesmas palavras.
   O panorama vai piorando em direcção ao fim, não se iludam como eu. Este não é um tratado sobre psicologia feminina (afinal, po que percebe um pseudo-gestor de marketing de 23 anos, cujo apelido é "Moita de Deus" e que trata as namoradas por "você" acerca do assunto?).

   De agora em diante, livros de psicologia... só lhes pego se forem escritos por verdadeiros psicólogos!

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